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A Prefeitura de Sapé faz um esclarecimento sobre as fake news  envolvendo os imunizantes contra a Covid-19 que andam circulando pela população do município.

As informações falsas podem interferir na imunização em massa e no enfrentamento à pandemia na cidade. A gerente executiva da Vigilância em Saúde, Francileide Araújo, ressalta a importância de se informar através das redes oficiais da gestão e elenca as principais dúvidas sobre o coronavírus e a vacinação.

“É importante ter cautela ao se informar sobre a pandemia. Existem muitas notícias falsas, principalmente na internet. A Secretaria de Saúde tem buscado sempre informar a população e esclarecer dúvidas sobre a vacinação e o combate ao vírus”, pontua.

Confira algumas informações falsas sobre a vacinação:

– Coronavac não tem eficácia

A vacina fabricada no Brasil é uma das aplicadas na população de Sapé. A gerente executiva aponta que estudos já revelaram que a Coronavac tem eficácia de 50,38%, o que significa que em caso de ser contaminado pela doença, a pessoa tem menos da metade de chance de desenvolver algum sintoma e 100% de chance de prevenir sintomas graves.

– A vacina pode causar outras doenças

As vacinas não causam qualquer outra doença, tendo o efeito contrário: auxiliando no combate à doenças graves e reduzindo os índices de mortalidade. Conforme o auxiliar, antes de serem aplicadas na população, os imunizantes passam por testes para garantir a segurança.

– A Prefeitura tem um calendário de vacinação

De acordo com Francileide, não há uma programação fixa, pois a aplicação das vacinas depende da distribuição do Governo do Estado e do envio das doses, feito pelo Governo Federal. As datas para aplicação são divulgadas apenas com pouco tempo de antecedência devido ao processo logístico, que só é finalizado quando a vacina, de fato, chega até a Secretaria Municipal de Saúde. Qualquer calendário divulgado é falso.

– Não é necessário tomar a segunda dose

A segunda dose é fundamental para a proteção contra o coronavírus, exceto aquelas que são dose única. A segunda dose conclui o processo de proteção iniciado com a primeira dose. “Sem ele, a pessoa ainda corre riscos de ter um quadro grave da doença”, detalha.