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Um bar foi invadido e assaltado por três criminosos armados e encapuzados na tarde da última segunda-feira (02), por volta das 13h no bairro Santa Rosa em Campina Grande. Já em Alagoa Grande, homem mata Satanás com nove facadas enquanto ele dormia.

O proprietário do bar localizado na rua da Cerâmica no bairro da Santa Rosa, revelou que três criminosos armados e encapuzados, invadiram seu estabelecimento, roubando do caixa e de seus clientes R$ 2500, além de três celulares dos clientes. Até o final dessa reportagem a polícia não havia capturado os bandidos.

Mataram Satanás – Um homem foi morto com nove facadas, na noite do último domingo, em Alagoa Grande. O crime aconteceu enquanto a vítima dormia. Josafá Cassimiro da Silva, conhecido como “Satanás”, tinha aproximadamente 50 anos e morava com o irmão. Segundo informações do Pelotão de Polícia Militar de Alagoa Grande, por volta das 22h30, Minervino Costa da Silva, vulgo “Vino”, 36 anos, arrombou a casa da vítima e o esfaqueou com nove golpes de faca.

Os cortes atingiram predominantemente a região torácica, além da cabeça, mãos e braços da vítima. O acusado era vizinho da vítima, e foi preso em flagrante, na madrugada de ontem.

De acordo com o escrivão da Delegacia de Ingá, Humberto Maia, não houve discussão entre vítima e acusado antes do crime. “A vítima estava dormindo no quarto, quando o acusado entrou na residência e efetuou vários golpes de faca. Não houve chance de defesa.

Por volta de 1h da manhã, a polícia foi informada que Vino teria voltado à sua residência. Lá foi preso em flagrante. Em depoimento, Vino afirmou que vinha sendo ameaçado por ‘Satanás’, mas esse relato não convenceu”, explicou o escrivão. Após ser preso e ouvido, o acusado foi encaminhado para a Cadeia Pública de Alagoa Grande, onde deve responder por homicídio qualificado.

Mortes de mulheres – Até outubro, foram registrados 101 casos de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) contra mulheres na Paraíba. No mesmo período dos anos de 2012 e 2011, foram contabilizados 121 e 116, respectivamente. Os dados são do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria de Segurança e Defesa Social (Seds-PB).

Redação