A Paraíba precisa prestar mais atenção no jovem Ronaldo Cunha Lima Neto, filho de Ronaldinho e, obviamente, neto do poeta Ronaldo Cunha Lima.
Aquele garoto é a reencarnação do avô, digo sem medo de ser mal interpretado ou até interpelado por algum kardecista de alta patente pela opinião desreferenciada, já que não não sou nenhum espírita credenciado para verificar reencarnações.
Encontrei Ronaldo Neto no Centro de Convenções de Campina e notei que ele tem o mesmo olhar carismático, irônico e feliz do avô.
Sou amigo de Vené, marqueteiro por resiliência e respaldo do amigo Vitalzinho, e vou logo adiantando que não apito nada no MDB, mas digo que se Pedro não quiser e Romero, como sempre, demorar muito, não há nome melhor para você de Cícero do que o desse jovem vocacionadíssimi para ser, como o avô, grande.
Escrevo esse texto com aquela sensação de que o poeta me escolheu para avisar a Cívero que lá no céo o vice já foi definido e Ronaldo aceita.
Dércio Alcântara




