Quando Zenóbio era vivo, dois babões se destacavam em sua entourage: Zenobinho, um policial civil que Paulo Josafá não deixava usar arma, e Célio Alves, um radialista de Mari que quase morre afogado quando o Gato Preto entrou num alagamento do Calçadão da Lima e Moura.
Heraldo Luiz era a maior audiência do rádio no Brejo, no horário do meio dia, e disputava com o internacional Humberto Santos o título de rei do rádio na região.
Célio secava esses dois ícones e foi escalando junto ao deputado Zenóbio e a então prefeita Léa um lugarzinho de sombra.
Vivia bajulando Pedro Alves, o diretor da Constelação FM, para abrir mais espaços para o jornalismo na grade da emissora.
Babando um e babando outros, esse rapaz se tornou doutor na arte de rastejar, um ser vertebrado e verdadeiro alpinista social às custas do brilho alheio.
Hoje, vejam só que mau caratismo agregado às suas outras faltas de qualidades, o parlamentar mirim Célio Alves cospe no prato, no pires, na xícara e na panela que tanto comeu, atacando àquela que um dia encheu de adjetivos e até chamava de Tia Léa.
Léa e Zenóbio indiscutivelmente e alternadamente responderam e respondem pelas melhores gestões públicas que Guarabira já teve nos últimos 30 anos.
Enquanto que Célio Alves nunca conseguiu ser competente nem como puxa-saco, vivendo até hoje de sua única e medíocre expertise: bajular.
Dércio Alcântara




