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Respondendo insinuações do Palácio da Redenção, onde apesar de o secretário de Comunicação ter virado político às voltas com a pré-candidatura na Capital, ainda lhe resta algum tempinho para espalhar intrigas, o senador Vital do Rego rebateu Nonato Bandeira que, através de Fabiano Gomes, lhe acusou de operar nos bastidores para queimar a indicação de Aguinaldo Ribeiro para o Ministério das Cidades.

Confira a nota na íntegra:

“Espero tomar como desinformação o que já é muito ruim para um jornalista com o seu prestígio oficial: a notícia que você postou agora. Para mim, a desinformação é menos peçonhenta do que o dolo, a tentativa de me colocar numa situação que eu estou diametralmente oposta.

Pois bem! Para seu conhecimento, não estamos obstaculando a indicação de Aguinaldo, meu amigo e companheiro, porque o cargo de Ministro das Cidades pertence, na distribuição partidária, ao PP, e Aguinaldo Ribeiro já mostrou competência para ser líder do partido e, no exercício da liderança, agregar apoios extra-partidários, com trânsito privilegiado junto ao Gabinete Civil da Presidência da República.

A nomeação de Aguinaldo depende da Presidente Dilma e do seu partido. Para nós, é ficar torcendo por Campina Grande, pela Paraíba e pela história que nos uniu desde os anos 60, pelos nossos antepassados, nos separou momentaneamente e nos reuniu agora.

Tanto eu quanto Aguinaldo estamos imunes a esse tipo de notícia. Espero que você dirija as suas energias para tentar resolver os problemas, a cada dia mais graves, que estão na Casa Grande que você convive.

Um abraço,

Vital do Rêgo

Cá pra nós: nosso blog tem repercutido com independência matérias nacionais ou algumas vezes investigado e denunciado escâmdalos, mas sempre por conta e risco próprio, não se deixando atrelar ou influenciar por A ou B.

Quando denunciamos desmandos de RC o fazemos por dever jornalístico; quando ampliamos nossa lupa sobre vida pregressa do Grupo Ribeiro ou de qualquer um outro, ídem.

Outra coisa: seria a Folha de São Paulo e o Estadão tão ingênuos e passíveis de serem pautados por nós jornalistas tupiniquins se a notícia não tiver fundamento e provas?

Quando Manoel Júnior foi catapultado da quase cadeira de Ministro logo especularam que o deputado Luís Couto operou nos bastidores lhe acusando, via Folha de São Paulo, de envolvimento no crime de Manoel Matos.

Pergunto: se os crimes atribuidos a família Ribeiro envolvem duas lideranças de esquerda, João Pedro Texeitra e Margarida Maria Alves, será que não teria sido o mesmo implacável e paladino da verdade e dos direitos humanos Luís Couto quem estaria nos batidores queimando Aguinaldo?

Percebam que a ala petista ligada a Rodrigo Soares se aproximou do PP de Aguinaldo e Couto foi escanteado. Foi revide?

É um caso para reflexão.