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O nosso jornalismo investigativo farejou e descobriu que a empresa que vendeu os suntuosos lustres ao ex-presidente da Assembleia Legislativa, Gervásio Maia, foi a Dellas Iluminação, que tem como sócia Amanda Rodrigues, esposa do ex-governador Ricardo Coutinho, que na época do negócio era primeira dama e secretária de Finanças do Governo do Estado

Agora estamos checando o tamanho desse negócio, que pode ter sido legal, mas é imoral e uma “coincidência” que não engana ninguém. Quem vai acreditar que não houve favorecimento e coluio?

Sabemos que uma empresa que lida com iluminação quando pega um contrato de uma obra grande e milionária, como foi a reforma da Assembleia, encampa todo o projeto de iluminação e só usa grandes marcas.

E a parte da Assembleia que foi reformada recebeu centenas de novos pontos de iluminação e ambientação. São lustres, plafons, arandelas, spots e outros, e tudo isso custa muito caro.

Logo, além dos dois lustres, o negócio envolve muito mais do que se pode imaginar e por isso mesmo os deputados Walber Virgolino e Trócolli Júnior querem convocar as empresas e para isso pode ser instalada uma CPI.

Dércio Alcântara