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A onda pró impeachment de Jair Bolsonaro fica mais caudalosa.
Arrastando mais dois partidos:
O PSD de Gilberto Kassab.
E o Partido Novo de João Amoedo.
Engrossando o bloco – formado por diversas siglas partidárias e instituições civis – que pedem a saída do presidente, acuado pela enxurrada de denúncias e pelo caos econômico.
A tragédia da pandemia, que já matou mais de meio milhão de brasileiros, aliada a volta da inflação e empobrecimento da população está realmente colocando Bolsonaro nas cordas.
Os aumentos sucessivos de componentes indexadores da economia – a exemplo da energia elétrica – prejudicam pobres e ricos.
Ontem, a Petrobrás reajustou (mais uma vez) os combustíveis.
Os novos valores passam a valer já a partir de hoje.
No caso da gasolina, o preço médio por litro sobe 6,32 por cento – acumulando alta de 46 por cento desde janeiro.
No diesel, o avanço foi 3,69 por cento, com alta acumulada de 39 por cento.
No GLP, para as distribuidoras, o valor passará a ser de R$ 3,60 por quilo – representando reajuste de 5,8 por cento. No ano, o preço do gás de botijão acumula alta de 38 por cento.
A conta do desgoverno está ficando realmente impagável.
Com perdas que não poderemos mais recuperar.
E falta de perspectivas de que Jair e sua turma consiga conduzir o país pra fora do precipício em que fomos lançados.

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