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Saúde mental precisa de atenção constante, alertam psicólogas do HULW-UFPB

13 de janeiro de 2022
em Destaque2, Saúde
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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Saúde mental precisa de atenção constante, alertam psicólogas do HULW-UFPB

Depressão, ansiedade, síndrome do pânico, síndrome da cabana e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) foram os principais problemas de saúde mental registrados em 2021. Conforme psicólogas do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB/Ebserh), múltiplos fatores podem colocar em risco a saúde mental — que exige atenção durante todo o ano e não apenas em janeiro, quando comumente é celebrada a campanha Janeiro Branco.  

Dentre os fatores que podem oferecer riscos à saúde mental, estão qualidade das relações, capacidade de adaptação e administração de pensamentos e emoções, exposição ao estresse, alimentação e fatores genéticos. “Há uma junção de determinantes individuais, somado a determinantes sociais, econômicos e políticos”, afirma a psicóloga Natalya Lima de Vasconcelos, que integra o Serviço Multiprofissional do HULW-UFPB.  

Para a especialista, também por isso, é importante se trabalhar uma cultura de saúde mental todo o ano e não apenas em janeiro, quando se realiza a campanha Janeiro Branco (cujo objetivo é conscientizar a sociedade sobre os cuidados com a saúde mental).  

“Diferentemente de outras formas de adoecimento, que podem, por exemplo, necessitar de exames anuais para detectar sua presença, a saúde mental precisa de atenção constante, pois o desequilíbrio emocional facilita o surgimento de doenças mentais, e, por diversas vezes, negligenciamos seus sinais, que podem ser muito subjetivos, silenciosos, entendidos como ‘estresse’ ou ‘besteira’”, afirma Natalya Lima. Ansiedade e depressão estão entre as principais doenças mentais decorrentes de desequilíbrio emocional.  

ESTADO DE SAÚDE EMOCIONAL PREJUDICADO AFETA BEM-ESTAR 

 A psicóloga Camila Batista, que também atua no Serviço Multiprofissional do HULW-UFPB, lembra que, mesmo antes do início de um transtorno mental, um estado de saúde emocional prejudicado pode afetar o indivíduo. “Tal condição pode interferir na capacidade de sensação de bem-estar e harmonia, na habilidade em lidar de forma positiva com adversidades e conflitos, no reconhecimento e respeito dos próprios limites, na satisfação em viver, compartilhar e se relacionar com os outros, dificultando e até impossibilitando a pessoa de executar suas habilidades pessoais e profissionais”, explica. 

O aspecto positivo do tema é que há como prevenir problemas relacionados à saúde mental. Dentre as dicas apontadas por especialistas, estão: ter uma boa alimentação; praticar atividade física regularmente; tratar comorbidades pré-existentes; e cercar-se de um ambiente protetor.  

“Também sugerimos que as pessoas preferiram boas relações, buscando estar integrado a um grupo, seja ele religioso ou comunitário”, declara Camila Batista. “E sempre é importante buscar um especialista para uma avaliação e condução do caso, e, de preferência, o mais precoce possível, visando a trazer melhores prognósticos”, conclui a psicóloga. 

 ASSISTÊNCIA – Atualmente, os pacientes internados no HULW, assim como seus acompanhantes, recebem assistência psicológica durante o período de hospitalização. Alguns programas ambulatoriais contam com a psicologia em suas equipes multiprofissionais e o atendimento ao público externo é possível por meio da regulação pelas Unidades de Saúde da Família dos municípios. 

SAÚDE MENTAL DOS BRASILEIROS EM NÚMEROS  

  • No Brasil, de acordo com uma pesquisa do Instituto FSB, 62% das brasileiras e 43% dos brasileiros afirmaram que a saúde emocional ‘piorou’ ou ‘piorou muito’ durante a pandemia; 
  • Estudo recente realizado pela Fiocruz e outras seis universidades nacionais, mostra que enquanto 40% da população brasileira apresentavam sentimentos frequentes de tristeza e de depressão, outros 50% da mesma população apresentavam frequentes sentimentos de ansiedade e de nervosismo; 
  • Em relação às faixas etárias iniciais da vida, uma pesquisa conduzida pelo Unicef/Gallup mostrou que 22% dos adolescentes e jovens brasileiros de 15 a 24 anos se sentem deprimidos ou têm pouco interesse em “fazer coisas”.
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