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O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello encaminhou ao jornal Folha de S.Paulo uma notificação extrajudicial solicitando direito de resposta após a publicação de reportagem sobre suposta compra superfaturada da CoronaVac.

Segundo a notificação, as informações “são infundadas e inverídicas”, violando a honra do ex-ministro. Em nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social, Eduardo Pazuello afirma que em momento algum negociou compra de vacinas com empresários.

De acordo com o general, a reunião foi entre uma equipe do Ministério da Saúde e os empresários, e ele esteve na sala unicamente para cumprimentar os representantes da World Brands Distribuidora.

Ainda segundo Pazuello, após a reunião, ele foi informado que a proposta era inidônea e determinou que não fosse elaborado o Memorando de Entendimento, além de solicitar que a assessoria de comunicação do ministério não divulgasse o vídeo.

Caso:

O ex-ministro afirma na gravação a possibilidade de comprar 30 milhões de doses em negociação direta com o governo chinês, “no mais curto prazo possível”. Ele aparece acompanhado de quatro pessoas no Ministério da Saúde e cita como John um dos integrantes do grupo.

“Estamos no Ministério da Saúde recebendo comitiva liderada pelo John para tratar da possibilidade de comprar 30 milhões de doses numa compra direta com o governo chinês, que abre a possibilidade de termos mais doses e mais laboratórios”, afirmou Pazuello.

“Saímos daqui hoje com o memorando de entendimento assinado e com compromisso do ministério de celebrar no mais curto prazo o contrato para receber essas 30 milhões de doses para atendermos a população e controlar a pandemia que está tão grave no nosso país”, disse.

 

Redação com R7.