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A manutenção da posição da administração da Prefeitura de Campina Grande em não revogar a lei da pactuação dos serviços da Saúde, não pagamento da Gratificação por Incentivo ao Trabalho (GIT) e do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) aos trabalhadores, fez com os servidores da Secretaria de Saúde do município não descartarem uma nova greve no início de 2014.

Essa possibilidade foi discutida e acenada na assembleia das categorias, realizada na última sexta-feira, (29), e apontou o mês de fevereiro do ano que vem como data limite para o atendimento das reivindicações dos funcionários municipais de Campina Grande.  

De acordo com Napoleão Maracajá, presidente do Sintab (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema), até o momento a gestão também não se posicionou acerca das adequações do Plano de Cargos, Carreira e Vencimento (PCCR) dos trabalhadores, e que após quase um ano de governo nada foi feito. 

“Estamos entrando no 12º mês de governo e até agora só ouvimos promessas. Se nada não mudar até fevereiro de 2014, existe uma grande possibilidade de uma nova greve por tempo indeterminado acontecer”, disse.