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Poderia ser desumano:
Negar leitos para pacientes graves de Covid.
Mas se trata de mais uma mentira do prefeito Bruno Cunha Lima, em sua obsessiva tentativa de esconder a realidade catastrófica da Pandemia em campina Grande.
Uma mentira que ficará exposta hoje, em reunião comandada pelo Ministério Público, para enquadrar a gestão municipal campinense na central estadual de regulação – um sistema que permite transferir pacientes de uma cidade para outra, instalando onde existe disponibilidade de leitos.
Qual foi a nova mentira que Bruno Cunha Lima contou?
Que estava fazendo uma reserva técnica de leitos no Hospital Pedro Primeiro, referência para o tratamento da Covid em Campina Grande. Impedindo o acolhimento de pacientes de outras cidades quando a unidade de saúde atingisse 70 por cento de ocupação.
Se fosse verdade, seria realmente desumano:
Negar um leito para um paciente grave de covid significa aceitar a morte horrível que a doença provoca.
Mas a realidade é igualmente perversa: pois é só um truque para esconder que os hospitais campinenses colapsaram.
Ou seja: estamos lidando com leitos fantasmas.
Que só existem na imaginação criativa de um prefeito contaminado pelo negacionismo.
Com seus leitos fantasmas, o prefeito cria uma falsa sensação de controle da Pandemia, que promove novas vítimas, num ciclo de mentiras letal.

Assista: