Antes de começar essa estória vou logo dizendo que qualquer coincidência é mera literatura. E digo antes sabendo que os personagens serão comparados com a vida real. É impossível não existir semelhanças de tão óbvia que a vida as vezes é e de tão repetitivos que são sempre os medíocres.
O dia amanhece no curral dos Paraibolinos e o Galo de Chanteceler canta em um microfone condesador e, vaidoso do seu canto afinado, sai para ouvir o eco de seu cantar acordar o sol, como de costume, pois, afinal,ele só nasce para ouvir aquela cantoria.
Estamos na Idade da Vaidade, 150 anos antes da Idade Média, e a espécie mais desenvolvida na terra são os bichos de pena, pois que escaparam do dilúvio e tornaram-se seres superiores.
Na hierarquia, o Galo de Chantecler é o topo da cadeia e abaixo dele vem todos os outros que escaparam da fúria das águas anunciadas por Noé.





