• Sobre
  • Contato
02/07/2026
Blog do Dércio
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Blog do Dércio
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Início Destaque2

Neurologista do HULW investiga percurso de dores e vivências no diagnóstico de doença rara

12 de abril de 2021
em Destaque2, Notícias, Paraíba, Saúde
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
A A
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Uma neurologista do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Empresa Brasileira de serviços Hospitalares (Ebserh), está realizando uma pesquisa relacionada ao percurso do diagnóstico da Atrofia Muscular Espinhal (AME), direcionada à portadores da doença e familiares próximos.

Até que o diagnóstico de AME seja confirmado e anunciado por um especialista, muitas vezes as famílias e os pacientes percorrem uma longa estrada, povoada por medo e desconhecimento. No momento do diagnóstico, a essa lista de sentimentos, podem-se somar insegurança, decepção e culpa. A Atrofia Muscular Espinhal é uma doença neurodegenerativa e que, até há poucos anos, não possuía tratamento.

Visando a compreender melhor esse processo, a médica Isabella Araújo Mota Fernandes, do HULW-UFPB, investiga as dores, vivências e experiências de pacientes e familiares até o anúncio do diagnóstico de AME. A pesquisa “Diagnóstico das doenças neuromusculares em comunidades endogâmicas: os entraves para a efetivação do princípio da autonomia” faz parte do doutorado em Bioética de Isabella Mota, o qual está sendo desenvolvido na Universidade do Porto-Portugal, sob a orientação da professora Renata Menezes.

No momento, 30 pacientes e 30 familiares já responderam os questionários, mas a meta da pesquisadora é alcançar, pelo menos, mais 60 de cada. O prazo para que os interessados em colaborar com o estudo possam enviar suas respostas, via Google Forms, vai até 31 de maio, conforme a seguir:

Questionário para pacientes com AME 

Questionário para familiares/amigos de pacientes com AME

No Brasil, existem 1.100 pacientes com diagnóstico de Atrofia Muscular Espinhal: 700 estão em tratamento e outros 400 continuam em buscam de acesso. “Na Paraíba, cerca de 30 pessoas foram diagnosticadas com AME, sendo pelo menos 25 com os tipos 2 e 3 da doença; e cinco, tipo I”, explica a neurologista do Lauro Wanderley. Além disso, há apenas dois pacientes tipo I na Paraíba em tratamento conforme os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), do Sistema Único de Saúde. Atualmente, dez pacientes com AME são atendidos no HULW.

Busca por um olhar mais humanizado

A neurologista Isabella Mota esclarece que a finalidade da pesquisa (objetivo direto) é compreender o momento do diagnóstico de familiares e pacientes com AME sob o olhar da bioética. Já o benefício indireto é contribuir na elaboração de um protocolo para diagnóstico de doença neurodegenerativa, voltado aos profissionais de saúde.

“Nós, médicos, somos muito treinados a investigar, a diagnosticar, mas pouco treinados a transmitir um diagnóstico de uma doença crônica e neurodegerenativa. Então, o objetivo é tentar elaborar protocolos que auxiliem médicos e profissionais de saúde a transmitir esse diagnóstico, como podemos olhar essas famílias e esses pacientes de forma mais humanizada”, afirma a especialista.

Sobre a Ebserh – O HULW-UFPB faz parte da Rede Ebserh/MEC desde dezembro de 2013. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares foi criada em 2011 e, atualmente, administra 40 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência.

Vinculados a universidades federais, essas unidades hospitalares têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), e, principalmente, apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas. Devido a essa natureza educacional, a os hospitais universitários são campos de formação de profissionais de saúde. Com isso, a Rede Hospitalar Ebserh atua de forma complementar ao SUS, não sendo responsável pela totalidade dos atendimentos de saúde do país.

CompartilharTweetarEnviarCompartilharLerEnviar
Matéria Anterior

João Azevêdo cria o Integra Educação PB, programa com objetivo de alfabetizar 100% das crianças paraibanas na idade certa

Próxima Matéria

Bolsonaro xinga senador que pediu instalação da CPI da Pandemia: “Vou ter que sair na porrada com um bosta desses”

Matérias Relacionadas

Veneziano é recebido por prefeitos e lideranças e participa de eventos em Bonito de Santa Fé, Conceição e Piancó
Brasil

Veneziano é recebido por prefeitos e lideranças e participa de eventos em Bonito de Santa Fé, Conceição e Piancó

12 de junho de 2026
Escola municipal de Bayeux promove apresentação de quadrilha junina em Libras e fortalece inclusão cultural
Brasil

Escola municipal de Bayeux promove apresentação de quadrilha junina em Libras e fortalece inclusão cultural

10 de junho de 2026
TCE-PB aplica multa a Edvaldo Neto por falhas em contrato quando presidia a Câmara de Cabedelo
Destaque2

TCE-PB aplica multa a Edvaldo Neto por falhas em contrato quando presidia a Câmara de Cabedelo

8 de junho de 2026
Próxima Matéria
Aumento de taxa de bancos anunciado por Bolsonaro causa alta do dólar e queda da Bolsa

Bolsonaro xinga senador que pediu instalação da CPI da Pandemia: "Vou ter que sair na porrada com um bosta desses"

  • Sobre
  • Contato

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio