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Começamos esta segunda-feira (14) noticiando um crime. O assassinato daquela que nos acompanha diariamente, que nos dá palavras para expressarmos opiniões e sentimentos: A língua portuguesa. Um crime friamente cometido pela prefeita de Bayeux, Luciene de Fofinho. Como sabemos que foi ela? A evidência está estampada em sua camisa.

A vítima fatal foi a palavra ‘projeto’, que apareceu com a letra ‘g’ no lugar de ‘j’ na vestimenta da gestora, um erro gramatical de fazer chorar os amantes do português. Luciene divulgava um projeto social apoiado pela sua gestão denominado ‘Irmã Geni’ quando se tornou a principal suspeita do assassinato da língua.

Ainda há cúmplices deste crime: nem ela e nem sua equipe percebeu a falha explícita, visto que a prefeita além de vestir a camisa e distribuí-la aos demais integrantes do projeto, ainda a divulgou em suas redes sociais. Mas, claro que o erro não passou despercebido pela internet e muito menos por quem escreve neste blog.

Agora, Luciene de Fofinho poderá ser denunciada por assassinato da língua portuguesa e as claras evidências não deixarão a gestora impune.