Um grupo de deputados de oposição e insatisfeitos combinou para as próximas semanas a formatação de um dossiê para propor na Assembleia Legislativa a CPI do Genro.
Estão debruçados no momento sobre as evidências que apontam ingerência do genro nas licitações da Secretaria de Saúde, programa Opera Paraíba e relação com o Padre Egídio no escândalo do Hospital Padre Zé.
Quem teve acesso, fala em indícios com quantias mais vultosas do que a Operação Calvário.
Caso consiga assinaturas, a CPI do Genro vai cumprir o papel que o GAECO deixou de lado nos últimos oito anos.
Porque será que nada próspera nas investigações contra esse governo e nem uma coisa ralé, como julgar Padre Egídio, a caixa preta ambulante, conseguem?
Dércio Alcântara




