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A senadora Daniella Ribeiro se filiou, nesta sexta-feira (1º), ao PSD, partido que também assumiu a presidência na Paraíba. O evento acontecido em João Pessoa reuniu diversos políticos aliados, contudo, o assunto da formação da chapa majoritária para as eleições de 2022 foi pouco comentado. Na ocasião, a parlamentar ainda opinou sobre o mal estar causado após sua chegada ao comando da legenda, no lugar de Romero Rodrigues. Ela acusou o ex-prefeito e seus aliados de “vitimização”.

Daniella falou sobre a forma como assumiu a presidência do PSD, gerando reações desagradáveis tanto de Romero quanto de seus aliados políticos, como do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, que tachou a articulação acontecida na sigla de “golpe”. A senadora destacou que o presidente nacional Gilberto Kassab respondeu como foi feita essa condução.

“Eu fui convidada para assumir um partido e aceitei. Essa vitimização e essa forma de tratar é tão equivocada que o próprio presidente Kassab se incomodou e ele mesmo respondeu”, pontuou Daniella, citando vídeo feito por Kassab no qual rebateu as críticas feitas por Rodrigues.

Na gravação, Kassab classificou como falsas as afirmações ditas pelo ex-presidente estadual do PSD, frisando que todas as oportunidades foram dadas a Romero “para que houvesse um esforço grande em termos de representação no campo majoritário e proporcional”.

“O tempo foi passando e não temos perspectivas na eleição em nenhum cargo na majoritária. E isso nos preocupou”, completou Kassab.

Sobre possíveis articulações do PSD para a definição da chapa majoritária, a senadora afirmou que “não marcou nenhuma conversa com o governador” para dialogar sobre alianças. Já a respeito do apoio ao seu irmão, Aguinaldo Ribeiro, em uma pré-candidatura ao Senado, Daniella Ribeiro disse que responde apenas pelo seu partido.

“Formamos uma aliança com cinco partidos pelo nome de Aguinaldo, mas não é convenção, estamos no momento de filiações e isso se dará num segundo momento”, pontuou.