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Informações supostamente vazadas pelo Banco Safra e suas terceirizadas são “prato-cheio” para cometimento de crimes via aplicativos. No fim de junho, uma das vítimas fez contato com a assessoria do banco para pagar um dívida vencida e aproveitou para questionar acerca da quitação do financiamento de um automóvel. Fez isso por meio de whatsapp, canal de comunicação frequentemente utilizado para falar com a terceirizada. Para tanto foi passado um contato, mas ninguém atendeu.

Dois dias depois da solicitação, a mesma recebe a oferta para quitar o carro com 50% de desconto. Acorda com o proposto, realiza o pagamento. Ao pedir a quitação, percebe que tudo não passava de uma fraude. O assustador é que o suposto funcionário sabia de tudo, desde o valor remanescente até os dados telefônicos e alguns dados contratuais. Ao procurar o banco a vítima ainda foi surpreendida pelo descaso. Ligou para a central e por duas vezes teve a ligação encerrada de forma grosseira. Na terceira tentativa a atendente afirmou que isso era corriqueiro. Segunda ela “em todo banco acontece fraude, isso é normal.

” Procurada, a agência de João Pessoa informou que “não pode fazer nada” e que procurasse a ouvidoria.Em tempos de pandemia, não restou outra saída a não ser formalizar uma ocorrência através de um B.O online.