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Cadê o Ministério Público? Escândalo dos livros carece de uma apuração urgente!

5 de outubro de 2011
em Notícias
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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O empresário, Daniel Cosme Guimarães Gonçalves, afirma ter sido vítima de um golpe que custou a sua empresa, New Life Distribuidora de livros, nada menos que R$ 2,3 milhões devido a uma operação financeira, onde a prefeitura de João Pessoa, à época ocupada pelo hoje governador da Paraíba, Ricardo Vieira Coutinho (PSB), efetuou um pagamento e o mesmo jamais foi depositado em sua conta corrente.

Ocorre que em 3 de março de 2010, Daniel afirma ter sido representado no pregão 012/2010, da Secretaria de Educação do município de João Pessoa, por Pietro Harley Dantas Felix, através de procuração específica e particular, que autorizaria o mesmo entregar apenas a proposta da empresa no processo licitatório para aquisição de livros escolares.

A New Life saiu vencedora do pregão e conforme Daniel, entregou os livros que eram objeto da licitação, mas os pagamentos, totalizando R$ 2.299.529,30, jamais chegaram as mãos do empresário, que acusa a prefeitura de facilitar o golpe, segundo ele, praticado por Pietro contra sua empresa. Para Daniel, a facilitação do golpe seria atestada pelo fato de a prefeitura ter efetuado pagamentos em cheque ao representante da empresa sem que este portasse uma procuração pública e de amplos poderes. Além disso, o empresário questiona o fato de que forneceu uma conta para depósito e os pagamentos foram efetuados em cheque, segundo ele (Daniel), para Pietro.

Conforme nossa equipe conseguiu apurar, Pietro Harley é amigo e frequentador assíduo do gabinete de Coriolano Coutinho, atual superintendente da Emlur e irmão do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, além disso, o mesmo também é visto frequentemente em companhia de Alexandre Urquiza (ex-chefe de gabinete da prefeitura de João Pessoa). Por falar em Urquiza, a empresa New Life aparece como doadora de campanha do socialista, poucos meses após o suposto golpe, em 10/09/2010, quando o mesmo foi candidato a deputado estadual. O montante doado é de R$ 6 mil.

Ao ser questionado sobre a doação, Daniel disse jamais ter feito qualquer depósito na conta de campanha de Urquiza e lembrou que a procuração fornecida a Pietro não daria ao mesmo poderes para efetuar tais depósitos em nome da empresa.

O caso foi denunciado por Daniel na Nona Delegacia Distrital de João Pessoa, em 22 de outubro de 2010, logo após as eleições. O conteúdo do Boletim de Ocorrência mostra declaração do empresário em que ele afirma ter sido ameaçado por Pietro, após procurar o mesmo para receber o pagamento pela venda dos livros, além disso, Daniel diz ter sido ameaçado pelo vereador do município de Taperoá, Ailton Paulo de Sousa.

O assunto é ainda alvo de um processo movido por Daniel contra a prefeitura de João Pessoa sob o número 200.2011.020.809-3.

Fontes também revelaram que Pietro estava na última terça-feira (20) com o Sr. Jean, representante de Pernambuco da Desk Móveis e Delta e o mesmo foi quem intermediou a venda da Desk Móveis com o Sr. Daniel Pereira de Sousa à prefeitura de João Pessoa de cadeiras escolares, empenho este que foi efetuado em 09/04/2010 e o contrato foi assinado apenas em 12/04/2010, conforme Semanário Oficial da Prefeitura datado de 11 a 17 de abril de 2010 e o valor desta compra foi de R$ 3,2 milhões, onde a empresa Opitiz, ofertou a R$ 2,9 milhões.

Para completar o furdunço, documentos comprovam que os cheques usados para pagar Pietro são de uma conta do Fundeb da Prefeitura de João Pessoa, mas estranhamente aberta no município de Santa Luzia/PB, terra do hoje secretário de Infraestrutura da Paraíba e ex-senador, Efraim Morais (DEM).

O extrato do pagamento dos cheques foi emitido pela Secretaria de Finanças da Prefeitura de João Pessoa em que aparece o número dos cheques, a agência de origem dos pagamentos e a identificação do Fundeb como fonte de onde vieram os recursos para o pagamento da operação.

bb

 

 

 

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