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Tenho minhas diferenças com o secretário de Comunicação Luís Torres, acho que ele subiu no salto desnecessariamente e que jamais será um Nonato Bandeira, mas entre isso e avaliar que Célio Alves seria uma opção melhor, vai muita distância e algumas diferenças nada sutis na postura pública de cada um.

Torres é uma peça estratégica no segundo governo RC, viveu e teve seus méritos no episódio dramático da quase não reeleição e, apesar de tá quase matando de inanição o mercado, não sofreu as mesmas acusações nada republicanas que Célio sofre.

Ouvi aqui e ali críticas e insinuações de passadas largas do atual secretário, sempre muito afoito na multiplicação dos pães, mas nunca soube que tivesse a mão pesada no trato com as mulheres ou que tenha protagonizado cenas que serão veemente mente repudiadas pela  mulherada no próximo 8 de março, Dia Internacional delas.

Diz o ditado que de onde se tira o pão, não se pode comer a carne e aquele que parece secar o secretário de Comunicação do Governo do Estado errou quando fez da função de confiança um verdadeiro açougue, abatendo vacas e novilhas, cabras e cabritas.

Torres, não. Pecou só na falta de diálogo com a mídia e fechamento do conta gotas que faz alguns veículos de comunicação desidratar sem o soro positivo da SECOM.

Se eu fosse Célio Alves hibernava mais um pouco, pois as sequelas da fama de lobo mau mantém muito chapeuzinho vermelho presa na casa da vovozinha.

Dércio Alcântara