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A Polícia se prepara para oferecer uma resposta à altura do desdém que o novo governador fez da PEC 300. Quase todo efetivo das polícias Militar e Civil vai parar às vésperas do carnaval.

A informação me foi repassada por alta fonte da corporação e a demonstração de força é um recado direto de que os policiais estão insatisfeitos com o tratamento dispensado pelo governador.

Pelo sistema Guardião de grampeamento de telefones e pela infiltração de alguns elementos da P2 ligados ao novo comandante da PM, coronel Euler Chaves, a informação já chegou em relatório na mesa de Ricardo Coutinho.

Os líderes do movimento disseminam feito formiguinhas a ação paredista, que poderá ser uma greve aberta e sujeita ao julgamento de ilegalidade ou uma paralisação branca através do pedido de licença de agentes civis e vista grossa no que se refere aos militares.

Dentro do núcleo duro do governo há quem defenda a convocação do exército já agora diante da escalada da violência no estado, o que revelaria um estado de emergência ou calamidade.

Não existe a insubordinação da PM ao superior e comandante em chefe, mas a inabilidade de um gestor truculento gerando motim.

Truculência gera truculência e aquele Ricardo Coutinho que prometeu acabar com a violência na Paraíba na verdade ampliou a combustão.

Dinamites explodem caixas eletrônicos e agências bancárias, turista carioca é baleado na praia, quadrilhas de crack vão à guerra nos bairros e o governador faz cara feia como se tudo fosse culpa da PM.

Sem a PEC não haverá segurança pública de resultados por aqui. Antes do carnaval a PM pára e cabe a Ricardo evitar essa greve com uma alternativa a PEC e diálogo.

Quartéis e delegacias viraram um paiol de pólvora. Por favor não risquem um fósforo.

Em tempo: Efram Morais deu o mote do tratamento que a PM vai receber do governo caso se rebele quando respondeu ao Major Fábio usando a palavra “insubordinação” para devolver com uma ameaça a ameaça que o deputado fez de se lançar candidatao a prefeito em 2012.

É que a partir do próximo dia 2 de fevereiro Major Fábio não será mais deputado e como militar da reserva estará sujeito as sanções militares como se tivesse na ativa.

O caldo vai entornar.