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João Dantas, vereador em Campina Grande, é daquelas figuras obtusas que não se emenda nem após ter sofrido na pele o revés de não ter se reelegido vereador e ter amargado a espera de uma oportunidade para voltar a dizer que tinha um mandato.

Agora, mais uma vez ele reincide no erro de ficar o tempo todo feito cantiga de grilo dizendo que o prefeito Veneziano não fez nada, apesar de o prefeito anunciar que fez 2.500 obras e só o míope do João não ter visto ainda parte delas.

Confesso que não deve ser fácil para um gestor ter na Câmara uma figura agourenta como Dantas, mas temos que entender que na democracia o contraponto é importante. Ser do contra é o seu papel, mas ele exagera e é contra tudo.

O erro de João Dantas é que por passar o tempo todo falando dos outros ele acaba esquecendo-se do seu papel, que é arranjar votos para se reeleger.

Digo isso porque os caciques usam João como chicote, mas na hora do vamos ver cada um sai pela tangente e João fica só.

Do jeito que a coisa vai  e com essa estratégia de ferrolho que toda vez cai no mesmo buraco, João vai amargar mais uma suplência, o que é uma pena, já que naquele mix da Câmara cabe alguém do seu naipe fazendo o papel de madeira de dá em doido.

Na foto abaixo ele se livra da suplência e assume no meio do mandato a titularidade e é recebido ao som de gargalhadas pelos amigos. “Chegou a bucha de canhão”, teria dito Tovar.

É por essas e outras que a estratégia repetitiva de João Dantas de ser sempre do contra, em muito me lembra a música do “pintinho piu”, que vai e volta para o mesmo refrão onde “o pintinho piu, o pintinho piu, o pintinho piu…”