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O jornalista Wellington Farias está traumatizado pelo bullying que sofreu semana passada dentro do estúdio do Correio Debate, com direito a transmissão ao vivo do seu constrangimento para todo o estado.

Ontem, o Sindicato dos Jornalistas emitiu nota de solidariedade e desagravo. O que aconteceu fora do ar chegou ao conhecimento de todos e a vida de Wellington, não duvidem, corre perigo, apesar de o presidente da API, João Pinto Mole, no auge de sua covardia, fingir que não aconteceu nada.

Como todos ficaram sabendo, o deputado violento de Padras de Fogo resolveu conceder uma entrevista ao Sistema Correio no dia em que a presidenta Dilma rejeitou a indicação da bancada do PMDB e não lhe nomeou para o Ministério da Saúde.

Com a cabeça cheia, o ego em fragalhos e as plumas de pavão misterioso recolhidas pela dor do não, o deputado federal Manoel Júnior escolheu Wellington Farias como saco de pancadas e, diante de uma platéia atônita dentro e fora do estúdio, lhe ameaçou com truculência.

Durante o intervalo do programa, me conta Wellington, ele piorou e com semblante carregado “deixou claro que é tudo que dizem que ele é nos corredores do poder”.

A pergunta que faço é a seguinte: o deputado violento de Pedras de Fogo tem condições de ser candidato a prefeito de João Pessoa? Um cara que ameaça jorrnalistas e nos bastidores ainda diz “aí se eu te pego”?