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As ligações perigosas entre os poderes Executivo e Judiciário sempre existiram e não é de hoje que um governador consegue acelerar processos contra adversários e as vezes até incluí-los em tramas sórdidas, levando-os à execração pública com objetivos políticos.

Não vou e não posso citar nomes de juizes e desembargadores com rabo preso com as maldades de A ou B, mas alerto para o fato de que os tempos são outros, o CNJ é atuante, e esse tipo de malandragem é facilmente percebida pelo eleitor e o perseguido pode virar vítima e cabalar votos no atacado.

Mais grave ainda acho quando a manipulação de bastidores traz para o tabuleiro personagens que nada tem a ver com o jogo sujo, a exemplo de esposas e filhos do perseguido.

A política tem que ter limites e o vale tudo tem que ser repreendido nas urnas. Assim como não se consegue tapar o sol com a peneira, calar as vozes roucas das ruas é tarefa impossível.

Não vou aqui citar também os nomes das vítimas das ligações perigosas que é para não potencializar, como gostariam os beneficiados por uma maldade recente, mas que todos saibam que o tiro saiu pela culatra e que a vida é uma roda gigante e ninguém tá fora do alcance do julgamento de Deus.

Um dia a casa cairá para os interligados.