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A taxa de pobreza no Brasil cresceu consideravelmente desde o fim do auxílio emergencial (últimas parcelas pagas no mês de dezembro) e este fato aliado ao número de desempregados/ desocupados e com a pandemia fez o nosso país registrar 12,8% dos brasileiros – quase 27 milhões de pessoas) vivendo com menos de R$ 246 reais por mês (uma média de R$ 8,20 ao dia); um salto no nível de pobreza extrema no país. Os dados foram calculados pela FGV Social a partir de dados das Pesquisas Nacionais por Amostra de Domicílios (Pnads).

O pagamento das parcelas do auxílio emergencial rendeu ao governo cerca de R$ 322 bilhões, se tornando a maior despesa do Orçamento de Guerra contra a covid-19. Esse efeito negativo da pandemia sobre a renda dos brasileiros mais necessitados já tenderia a ser prolongado, levando-se em conta a complexa recuperação que o Brasil tem pela frente – diante de um quadro de aumento das mortes por covid-19 e quase sem espaço no orçamento público para novos pagamentos de auxílios emergenciais.