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Na Paraíba, ex-prefeito é alvo de inquérito civil por supostas irregularidades com recursos do Ministério da Saúde

O ex-prefeito do município de Nova Floresta, no Agreste da Paraíba, João Elias da Silveira Neto Azevedo, é alvo de Inquérito Civil do Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB) que apura suposta irregularidade na aplicação de recursos do Ministério da Saúde em duas obras do Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde (UBS). A Prefeitura de Nova Floresta teria entrou com uma representação contra o ex-gestor questionando o gerenciamento dos valores.

O procurador regional da República, Bruno Galvão Paiva, converteu a Notícia de Fato em Inquérito Civil e a decisão consta na edição de sexta-feira (22) do Diário do Ministério Público Federal Eletrônico.

O dinheiro enviado pelo Ministério da Saúde deveria ser destinado para a obra da Unidade Básica de Saúde 1 (UBSI), localizada na Rua Menésio Dantas, e para a ampliação da Unidade Básica de Saúde III (UBS III), localizada na Rua Elpídio Sabino.

O procurador ordenou o registro e autuação, a comunicação à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão, via Sistema Único, a fim de que lhe seja dada a devida publicidade, e as diligências do caso. Ele concedeu o prazo de um ano para a conclusão do Inquérito Civil.

Contratação de garis por R$ 8 mil

O ex-prefeito João Elias já foi assunto em matéria do Bom Dia Brasil, da TV Globo, em janeiro de 2018, sobre uma ação civil pública do Ministério Público da Paraíba (MPPB) que denunciou a contratação ilegal de garis pelo valor de R$ 7 mil mensais. O MPPB descobriu que o vencimento desses profissionais era de um salário mínimo e que o excedente ficava com a tesouraria. Uma ex-tesoureira e uma ex-servidora da prefeitura também foram denunciadas juntamente com o ex-prefeito. Ele disse, em entrevista à TV Paraíba na época, que nem ele nem os funcionários da prefeitura ficavam com o dinheiro e que dormia com a consciência tranquila. Com informações ClickPB.

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