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O relator do pedido da OAB para investigar a força-tarefa da Lava Jato do Paraná no CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), Otávio Rodrigues, decidiu impor sigilo sobre os dados dos grupos que serão coletados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e deve liberá-los à medida que analisá-los.

A PGR já está em poder das primeiras informações adquiridas em Curitiba. São mais de mil páginas com relatórios de diligências e cópias de processos licitatórios, informa o Painel da Folha de S.Paulo.