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Ao fechar o ano estourando o limite prudencial recomendado pela Lei de Responsabilidade Fiscal para despesas com pessoal, só restará ao governador Ricardo Coutinho repetir o que fez já nos primeiros dias de 2011 e promover uma demissão em massa.

Sabemos que o limite da LRF foi ultrapassado para atender demandas de campanha e aí Ricardo se contradiz na última coisa que faltava de seus discurso dúbio e, a imagem e semelhança do discurso de um político comum, como ele criticava, cai na mesma armadilha de usar a máquina pública para assegurar a reeleição.

Talvez o governador tenha ficado piedoso, pelo menos um pouco, e ainda deixe os apadrinhados da classe política que tanto critica e o elegeu se iludir e receber janeiro, mas de fevereiro a demissão em massa na passará.

Da ultima vez, todos se lembram, ele demitiu mais de 30 mil e botou a culpa no Ministério Público e no ex-governador Zé Maranhão.

Desta vez não terá retrovisor, a não ser sua própria gestão. Pé na bunda é o que merece quem saiu de casa em casa pedidndo votos para Ricardo nas famigeradas visitas qualificadas.