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No governo Ricardo Coutinho, literalmente, era Célio ALves quem prendia e soltava em nome do governador lá na região de Guarabira.

Mas, aquele que não tem votos e teve experiência eleitoral considerada um fiasco no último pleito, perdeu o controle na gestão João Azevêdo e os dirigentes partidários de cinco partidos e militantes do próprio PSB não o querem mais como intermediário e protocolaram documento solicitando audiência com Edvaldo Rosas, secretário de Governo, a quem também hipotecam solidariedade pelo episódio de afastamento da presidência do PSB.

Documento enviado a Edvaldo Rosas pelos presidentes de cinco partidos e dirigentes do próprio PSB

Célio estribucha, bate na mesa com bravatas e ao que parece a ficha não caiu e ele ainda opera como se o governador fosse Ricardo Coutinuo e ele fosse o tuchal lá no Brejo

Os presidentes do Avante, PDT, PT, PC do B e PROS dispensan o intermediário Célio e agora passam a ter diálogo direto com Edvaldo Rosas, cientes de que os tempos são outros.

Em tempo: Célio também pode tentar sobreviver à crise no PSB virando uma “melancia”, João por fora e Ricardo por dentro.

Dércio Alcântara