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Tanto a desconfiança da capacidade do governo Bolsonaro de honrar compromissos que assumiu com líderes de partidos quanto a série de ataques do clã presidencial à cúpula do Congresso azedaram o clima pró-reforma da Previdência. Dirigentes de siglas dizem que ainda há votos para aprovar a proposta, mas não descartam jogar a discussão no plenário para o próximo semestre. A mudança de humores deu brecha à oposição, que tenta adiar a análise na comissão especial por cinco sessões.

Outro clima nada agradável que se instalou foi causado por Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e pela líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP). Aliados do Planalto dizem que os dois alinhavaram acordo para a liberação de verbas a deputados sem antes avisarem os ministérios.

A informação é da coluna Painel da Folha de São Paulo.