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Mensagens enviadas por um autointitulado hacker ao grupo do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) causaram forte impressão nos destinatários. Pelos termos usados e pelo material apresentado –ele anexou um áudio atribuído a integrantes da força-tarefa de Curitiba –, membros do CNMP suspeitam não se tratar de um amador.

O discurso e o modo como exibiu conhecer as funções da Procuradoria levantaram a tese de que o ciberpirata pode integrar ou ter integrado o quadro do MP.

Assim que a presença do tal hacker no grupo de integrantes do CNMP foi detectada, conselheiros do órgão dispararam mensagens a pessoas próximas recomendando redobrar os cuidados com brechas na segurança de aplicativos utilizando todos os mecanismos disponíveis de verificação de identidade no acesso.

Mas o fato de o suposto invasor ter feito questão de anunciar sua presença também despertou incredulidade entre políticos e magistrados. A aparição coincidiu com uma guinada no discurso de Sergio Moro (Justiça) e da Lava Jato, que passaram a citar o risco de adulteração de seus diálogos.

A informação é da coluna Painel desta quinta-feira da Folha de São de São Paulo.

Da redação