O ex-presidente José Sarney tinha um genro açodado e, sempre que explodiam denúncias de corrupção, o genro estava lá no olho do furacão.
Os genros fazem parte da história da corrupção na república, intrinsecamente sempre aparecem ligados a ganância da corruptela familiar dos mandatários.
Na república da Vovó Mafalda,não podia ser diferente e mais um da espécie genro esperto se locupletou, superfaturando alto.
A sombra do genro paira projetada sobre tudo que rende muito dinheiro em uma gestão. Não tem cargos nem responderá ao TCE, não deixou rastros, suas digitais estão por toda e ao mesmo tempo visivelmente em lugar nenhum.
Operou no programa de cirurgias, mas deixou cicatrizes, foi sócio do padre, mas ninguém vou ele na missa.
Dizem que o GAECO tem provas contra o genro, mas também dizem que o GAECO foi abduzido na república da Vovó Mafalda.
Dércio Alcântara




