• Sobre
  • Contato
03/08/2026
Blog do Dércio
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Blog do Dércio
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Início Notícias

Aspas divulga nota e repudia “histeria paranóica” do Governo de RC contra os procuradores de Estado

19 de agosto de 2013
em Notícias
Tempo de leitura: 4 mins de leitura
A A

 Através de nota oficial, distribuída com a imprensa no final da manhã desta segunda-feira, 19, a Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (Aspas) repudia uma série de atitudes da Procuradoria Geral do Estado contra a categoria, notadamente num momento de crise agravado pela interdição do prédio onde está instalada a sede do órgão.
A nota faz algumas revelações sobre a última reunião realizada pelo Conselho Superior da PGE-PB, na Fundação Casa José Américo, quinta-feira passada, e repudia uma série de fatos decorrentes do encontro.
Abaixo, a íntegra da nota:

N O T A
A Associação dos Procuradores do Estado da Paraíba (Aspas) vem, de público, trazer ao conhecimento das autoridades constituídas e da sociedade fatos que considera preocupantes, agravadas por circunstâncias lamentáveis e pela postura insensível, equivocada e inconsequente da atual gestão da Procuradoria Geral do Estado,
Na última quinta-feira, 15, em reunião promovida na Fundação Casa José Américo, do Conselho Superior da PGE-PB, a pauta da interdição determinada pela Justiça do Trabalho do prédio onde funciona a Procuradoria Geral e outras sete repartições estaduais foi a tônica do encontro.

Sem cerimônias, o procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro, acusou a própria equipe, na presença dos conselheiros e de 20 integrantes da carreira. Sem provas, atacou: procuradores de Estado teriam sido responsáveis pela denúncia em relação às precárias condições estruturais e de segurança do prédio. Foi mais além. Acusou a Aspas e seus associados de promoverem “ambiência de terrorismo” contra o Governo, movidos por objetivos políticos. Embora instado a apresentar provas, não o fez. E não ficou por aí.

Uma revelação surpreendente foi feita pelo próprio Procurador Geral: a interdição administrativa do prédio já era de seu conhecimento desde abril passado. Segundo ele, só não houve comunicação de tão preocupante situação por receio de que o fato fosse explorado politicamente contra o governo.

Em nenhum momento, o sr. Gilberto Carneiro, diante de tal informação privilegiada, revelou quaisquer preocupações em relação à segurança, saúde e bem estar dos colegas da Procuradoria Geral do Estado. Para ele, muito mais importante é a preservação da imagem política de um governo envolvido em um sério processo de histeria paranóica diante de realidades incontestáveis.

As observações do senhor Procurador Geral soam desrespeitosas e injustas não apenas em relação à dedicada equipe da PGE-PB. Indistintamente, ferem instituições como o Ministério Público do Trabalho, o Tribunal Regional do Trabalho e os técnicos do Ministério do Trabalho e Emprego, colocando a todos numa incrível conspirata contra os interesses do atual Governo do Estado.
Mas isso não foi tudo.

Na mesma reunião, o Procurador Felipe de Moraes quis saber objetivamente, sobre a ocorrência de um princípio de incêndio na sede da PGE-PB e questionou sobre a existência de condições efetivas de segurança no referido edifício. Curiosamente, 30 minutos depois, telefonema da direção superior da PGE-PB, convocou-o para uma reunião no dia seguinte, na Cinep. Posteriormente, foi informado pela corregedoria-geral: ele será designado para cobrir as férias de colega, em Campina Grande. De forma unilateral, sem direito a ponderações ou diálogo. Sem critérios claros para a escolha.

Estarrecida diante de uma situação cada vez mais dramática, pela atabalhoada visão do Procurador Geral e do Governo do Estado, sobre problemas que vão além da míope visão política dos fatos, a Aspas se mantém firme no objetivo de lutar, pelo fortalecimento do diálogo, pela transparência dos atos e pela disposição de encontrar soluções para problemas urgentes e inadiáveis e reafirma, de forma peremptória, sua total solidariedade aos colegas que têm sofrido ameaças, veladas ou não; se contrapõe contra os ditames autoritários e, enfim, reafirma a inarredável disposição de defender a carreira, reivindicar o respeito às prerrogativas constitucionais e não abrir mão de exercer o direito de defender a sociedade – suprema vocação da advocacia pública.

CompartilharTweetarEnviarCompartilharLerEnviar
Matéria Anterior

Vital do Rêgo examina em sessão conjunta na terça o novo rito para vetos presidências

Próxima Matéria

Ruy Carneiro não vê possibilidade de aliança entre o PSDB e PSB em 2014

Matérias Relacionadas

Caso Rubinho: Justiça torna réus acusados pela morte de engenheiro na Paraíba
Destaque

Caso Rubinho: Justiça torna réus acusados pela morte de engenheiro na Paraíba

22 de julho de 2026
Movimentação nos aeroportos da Paraíba ultrapassa 1 milhão de passageiros no primeiro semestre
Destaque2

Movimentação nos aeroportos da Paraíba ultrapassa 1 milhão de passageiros no primeiro semestre

22 de julho de 2026
Cícero defende novo modelo de parceria do Governo do Estado com Campina Grande
Notícias

Cícero defende novo modelo de parceria do Governo do Estado com Campina Grande

4 de julho de 2026
Próxima Matéria

Ruy Carneiro não vê possibilidade de aliança entre o PSDB e PSB em 2014

  • Sobre
  • Contato

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio