Existe na legislação eleitoral um capítulo sobre as regras, transgressões e punições para quem falsifica pesquisas eleitorais no período em que a publicação exige registro no TRE ou TSE.
O Instituto Veritas, que não pode ser confundido com o VERITÁ, não tem credibilidade e responde centenas de processos no Brasil.
Caça níquel e embusteiro, tem sido usado como instrumento de marketing ao distorcer de forma absurda a realidade das ruas.
Tais práticas, confunde o eleitor, macula a imagem do segmento estatístico e causa prejuízos imensuráveis a todo a cadeia de jornalismo e publicidade.
Chegou a hora de nossa Justiça Eleitoral fazer valer as regras do jogo democrático e punir quem não zela pelo seu ofício, proibindo a publicação das pesquisas fakes do Instituto Veritas, cassando registro dos estatísticos responsáveis e aplicando multas pesadas pra coibir práticas danosas.
Dércio Alcântara



