Fico imaginar a família Fofinho em um domingo bucólico brincando de bater um a carteira do outro dentro de casa.
E, como o costume de casa vai à praça, levam esse hábito para os cargos públicos, batendo carteiras maiores na educação, saúde, infraestrutura e todo tipo de madeira que cupim poder roer.
Os fofinhos nascem, crescem e se reproduzem com PHD em malandragem desde o ventre. É uma coisa genética que vai sendo transmitida por todas as gerações, infinitamente.
Agora, ficamos sabendo que uma carteira de 20 milhões foi batida e o Ministério Público quer a devolução, o que é uma sandice, pois o que fofinho bater jamais aos cofres voltará.
Fofinho pegar uma nota de 100 é igual amarrar na pata de um caranguejo, que mergulha na lama do mangue para nunca mais voltar.
Tarciana se livrou dos fofinhos, mas soube que até hoje procura sua carteira.
Dércio Alcântara
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