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Presença da família aumenta o sucesso no tratamento psiquiátrico, diz especialista

Período de tratamento pode ser difícil para o paciente, por isso, a presença de pessoas próximas ajuda na recuperação

19 de maio de 2023
em Brasil, Destaque2, Saúde
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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O tratamento psiquiátrico tem mais chance de êxito com a participação ativa da família. Um artigo publicado na revista “Psicologia: Teoria e Pesquisa”, em 2016, mostra que os familiares que participaram no tratamento aprenderam sobre a doença mental e ofereceram suporte a um parente em situação de dificuldade. O que possibilita uma melhor relação com o paciente no cotidiano.

O período de tratamento pode ser muito difícil para o paciente, por isso, a presença de pessoas próximas ajuda na motivação. Para Katherine de Paula Machado, psicóloga e neuropsicóloga da Clínica Maia, uma pessoa em internação psiquiátrica não consegue ter a crítica da realidade. Por esse motivo, vai necessitar de auxílio externo que vem da família em conjunto com os profissionais capacitados.

“Mesmo sendo difícil, é preciso entender que se trata de uma doença. Haverá o momento adequado para que os ressentimentos possam ser vistos, cuidados e tratados. Para tal, todos devem estar fortalecidos para que o assunto seja abordado”, comenta.

Como a família pode ajudar o profissional psiquiátrico?

Para o familiar, é importante verificar, com antecedência, a instituição e seu método terapêutico. Ter confiança nos profissionais escolhidos e entender que são parceiros na evolução do paciente. “Se houver dúvidas sobre os profissionais e começar a escolher o que seguir ou não no plano terapêutico, o tratamento estará fadado ao fracasso. Todo plano terapêutico tem começo, meio e fim. Ele pode ser revisto com avaliação de sua eficácia ou na identificação de outros fatores. Porém, alterar ou interromper o processo por conta própria só vai trazer mais confusão”, enfatiza Katherine.

A família também precisa de cuidados

Ainda de acordo com a especialista, apesar de pessoas próximas quererem auxiliar no tratamento, há procedimentos que só os profissionais capacitados podem fazer. Por isso, é importante o familiar conversar com a equipe para entenderem os procedimentos e a forma correta de ajudar.

Um dos grandes desafios, no entanto, é quando a família também acaba adoecendo. Dessa maneira, ao invés de contribuírem para o tratamento, mesmo sem intenção, começam a atrapalhar, e a possibilidade de um trabalho em conjunto fica mais difícil.

“Há familiares que precisam ter cuidado e o amor dedicado ao paciente e pensam que vão resgatá-lo da doença e até curá-lo. Por isso, costumam quebrar o combinado, esconder informações dos profissionais, interromper o tratamento de maneira precoce por achar que o paciente já está bem. Esse movimento retira do paciente a possibilidade de desenvolver habilidades para lidar com dificuldades, e aprender a buscar o que precisa para poder ficar bem”, comenta a neuropsicóloga.

Uma doença mental pode ser difícil de se compreender ou aceitar, o que pode gerar sentimento de culpa. É importante saber que ninguém é responsável por uma patologia, mas todos podem assumir responsabilidades para o controle dela. É o que explica Katherine:

“A análise da doença, seja pela ótica da família ou do paciente, pode estar distorcida. Muitas vezes a família ou o paciente confundem a inabilidade de ambos em lidar com a doença com as dores e ressentimentos que ocorreram no passado. Ou seja, o problema não é só do paciente, mas de todos. O melhor a fazer é procurar tratamento e orientações com profissionais de saúde especializados em transtorno mental”, diz.

Família como suporte antes da recaída

O paciente muitas vezes não tem a noção completa da gravidade do seu estado e pode se expor a situações de risco. Para esses casos, a família, junto com os profissionais, pode estabelecer tratativas que auxiliem no tratamento.“No tratamento há um mapeamento dos fatores de risco para uma possível recaída na crise. A família deve ajudar o paciente a evitar algumas situações”, diz. Além disso, a família pode fornecer um suporte emocional importante para o paciente, ajudando-o a lidar com o estresse e a ansiedade, que podem contribuir para uma recaída.

No entanto, é importante lembrar que a família também precisa de suporte e cuidado. Cuidar de um paciente psiquiátrico pode ser desafiador e estressante, e a família pode precisar de orientação e suporte de profissionais de saúde mental para lidar com seus próprios desafios emocionais.

Em resumo, a família pode ser um suporte crucial antes da ocorrência de uma recaída de um paciente psiquiátrico. Informar-se sobre o diagnóstico e tratamento do paciente, identificar sinais de alerta, fornecer suporte emocional e ajudar o paciente a manter-se motivado e saudável são algumas das maneiras pelas quais a família pode contribuir para a prevenção de uma recaída e a manutenção da saúde mental do paciente.

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