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Veneziano lamenta postura de Bolsonaro que deixou o Brasil de fora da Aliança Global para tratamento da Covid-19

27 de abril de 2020
em Saúde
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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O Senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) lamentou, neste domingo (26) que as posturas do presidente Jair Bolsonaro tenham deixado o Brasil fora da Aliança Global criada pela Organização Mundial da Saúde – OMS para acelerar a produção e distribuição de tratamentos para lidar com a pandemia do coronavírus e garantir a chegada de uma vacina ao mercado em tempo recorde, com um fundo de R$ 45 bilhões.

A ausência do Brasil foi motivada pelas posturas do presidente Bolsonaro em relação ao coronavírus, sendo contrário a orientações das autoridades de saúde de todo o planeta sobre prevenção e cuidados da população, inclusive na adoção do distanciamento social. Nos últimos dias, Bolsonaro não apenas tem emitido opiniões contrárias ao que prega a OMS e os órgãos de saúde, mas tem saído às ruas e mantido contato direto com as pessoas, sem qualquer precaução ou uso de equipamentos de proteção.

Veneziano lembrou que, historicamente, o Brasil sempre liderou os temas e os debates relacionados ao acesso a medicamentos e tratamentos inovadores, apoiando a ciência e as pesquisas. “Porém, no atual governo, o que se vê é um completo desmantelamento da pesquisa no Brasil, com corte de verbas e, mais que isso, o próprio presidente manifestando-se contra o que pregam a OMS e os órgãos de saúde do mundo inteiro”.

Brasil não reconhece a OMS – Presidentes e lideranças de vários países, dos cinco continentes, participaram da reunião ocorrida sexta-feira (24) para a criação da aliança. “O Brasil não foi convidado devido às posturas do presidente; e a presidência da República sequer sabia do encontro, num claro sinal da irrelevância que a diplomacia brasileira conquistou neste governo”, disse Veneziano. O papel central da OMS na resposta contra a pandemia é reconhecido por 179, dos 193 países da ONU. O Brasil se recusou a reconhecer a OMS e integra o bloco da minoria.

O evento firmou um compromisso de que qualquer tratamento ou vacina que seja criada será alvo de um esforço internacional para que seja disponibilizada a todos os países, evitando erros do passado – como no caso da AIDS, citado durante o encontro. Um fundo de US$ 8 bilhões foi lançado para financiar a produção e distribuição de remédios, o fortalecimento dos sistemas públicos e toda a resposta contra a doença.

Alerta – Veneziano levará o tema para a sessão remota do Senado desta segunda-feira (27), quando fará um alerta para a pouca importância que o presidente tem dado ao debate internacional sobre o coronavírus e os prejuízos que o país acarreta com esta postura, ao rejeitar qualquer tipo de diálogo para uma resposta global à pandemia.

“É lamentável que o Brasil, por força dos comportamentos adotados pela Presidência, não tenha sido convidado a fazer parte desta importante aliança. O pior é que o maior prejudicado é o povo, que tem feito a sua parte, tomando os devidos cuidados, mas ficando à mercê de posicionamentos irresponsáveis de quem dá demonstrações de estar pouco ou nada preocupado com o debate global”, alertou o senador.

“Política de lado” – Durante o mega evento internacional, Antonio Guterres, secretário-geral da ONU, pediu que tratamento e vacinas cheguem a todos os lados e indicou que combater o vírus “vai exigir maior investimento da história” na saúde. “Estamos combatendo a luta de nossas vidas”, declarou o português, pedindo que, neste momento, a política seja colocada de lado.

Veneziano lembrou que o tema de acesso a remédios foi tradicionalmente uma bandeira de diferentes governos brasileiros. No início do século, aliado ao governo francês, o Brasil estabeleceu um mecanismo para permitir acesso a remédios aos mais pobres, a Unitaid. Desta vez, porém, Paris assume a bandeira sem a presença de governo brasileiro. “O que é lamentável e mostra o descaso deste governo com um tema tão importante neste momento que estamos enfrenando”, disse o parlamentar.

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