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Mourão se mostra favorável à PEC que barra militares da ativa no governo

13 de julho de 2021
em Brasil, Destaque2, Política
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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Mourão rebate Toffoli e diz que ex-juiz não pode ser ‘cidadão sem direitos políticos’

O general Hamilton Mourão, vice-presidente da república, se mostrou favorável à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que impede militares da ativa de ocupar cargos no governo federal. Segundo ele, não há problema na propositura da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC).

“A nossa legislação hoje é clara, quando um militar da ativa ocupa cargo fora da força, ele tem até 2 anos para permanecer nessa situação. Já havia uma barreira, querem colocar outra barreira, não vejo problema”, declarou o general nesta terça-feira (13) na chegada ao Palácio do Planalto.

A proposta ganhou destaque no último mês, quando o Exército decidiu não punir o ex-ministro da Saúde e general da ativa Eduardo Pazuello após ele ter participado de um ato político com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

A previsão é que o projeto seja protocolado na Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (14). A PEC já obteve a assinatura de cerca de 90 dos 171 deputados necessários para iniciar o trâmite no Legislativo.

Segundo a proposta, os militares com mais de 10 anos de serviço — com as maiores patentes — iriam para a reserva automaticamente ao tomar posse no governo. Fardados com menos de uma década de atividade seriam afastados.

Mourão sempre se posicionou contra militares da ativa em cargos políticos. Quando o general Pazuello se encontrou no imbróglio de uma possível punição em decorrência de transgressão militar por participar de ato político, o vice-presidente o aconselhou a passar para a reserva.

“O Pazuello é um militar da ativa, então ele tem que se cuidar. Quem está no governo tem que entender que há uma linha tênue que separa o exercício da função e o exercício da política. É uma linha tênue que ele não pode transpor”, disse Mourão, na ocasião.

Metrópoles

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