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Início Notícias

Ex-governador de MT e mais quatro são presos por fraudes de R$ 7 milhões

14 de fevereiro de 2017
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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O ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa, do PMDB, e quatro ex-secretários de sua gestão foram presos nesta terça-feira, 14, na 5ª fase da Operação Sodoma, realizada pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública.

Segundo informações da Polícia Civil, eles são investigados em fraudes de licitação, corrupção, peculato e organização criminosa em contratos com uma empresa de informática e um posto de combustível.

As autoridades cumprem cinco mandados de prisão preventiva, nove de condução coercitiva e nove de busca e apreensão domiciliar, nos estados de Mato Grosso, Santa Catariana e Distrito Federal. Participam da operação 17 equipes de policiais civis, compostas por delegados, investigadores e escrivães.

Os mandados de prisão foram cumpridos contra os investigados: Valdisio Juliano Viriato, Francisco Anis Faiad, Silval da Cunha Barbosa, Sílvio Cesar Corrêa Araújo, Josá Jesus Nunes Cordeiro.

Segundo a Polícia Civil, a propina teria sido paga por representantes da empresa Marmeleiro Auto Posto LTDA e Saga Comércio Serviço Tecnológico e Informática LTDA, em benefício da organização criminosa comandada pelo ex-governador, Silval da Cunha Barbosa.

As empresas foram utilizadas pela organização criminosa, investigada na operação Sodoma, para desvios de recursos públicos e recebimento de vantagens indevidas, utilizando-se de duas importantes secretarias, a antiga Secretaria de Administração (Sad) e a Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana (Septu), antiga Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).

As duas empresas, juntas, receberam aproximadamente R$ 300 milhões, entre os anos 2011 a 2014, do Estado de Mato Grosso, em licitações fraudadas. Com o dinheiro desviado efetuaram pagamento de propinas em benefício da organização criminosa no montante estimado em mais de R$ 7 milhões.

Os presos e conduzidos estão sendo levados para a Defaz. (Com informações do MidiaNews)

Fonte: Brasil 247

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