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Um fato me chamou a atenção na coletiva concedida por Veneziano a imprensa. Ao contrário de constrangê-lo, a deselegância da postura de muro baixíssimo adotada pelo governado motivou-o a sacar de seu bisaco administrativo números realçantes à sua discreta maneira de gerir a PMCG sem maiores alardes.

Refiro-me a publicização das ações do Cabeludo nesses seis anos e logo de cara tiro das costas do jornalista Carlos Magno alguma culpa pela pouca exposição dos dados.

É de Veneziano mesmo esse acanhamento em expor o que se fosse outro já havia repetido a exaustão.

Soube através do secretário de Educação Flávio Romero que o índice de evasão escolar em Campina caiu muito desde aquele longínquo 2005, marco de sua primeira gestão.

Soube através da secretária de Saúde Tatiana que Campina fez o dever de casa melhor do que João Pessoa, apesar da Capital ter na pasta de Saúde um orçamento maior que todo orçamento da Prefeitura de Campina e maior até que o orçamento da Saúde do Estado.

Deparei-me na coletiva com um Veneziano revigorado, provocado que foi por índices intencionalmente aviltados para constrangê-lo e humilhar Campina logo na primeira possibilidade de se fazer um pacto real pela Paraíba.

Cheguei a conclusão que o palanque do governador só será desarmado após a sua reeleição, mesmo assim, se depender dos fanáticos que o cerca, logo será deslocado Brasil afora para um projeto maior do Führer, que é a presidência da República em 2018.

Nesse contexto superdimensionado, Veneziano é a pedra no meio do caminho.

Mas, como o governador mesmo condicionou, de pose de números favoráveis o prefeito de Campina aguardará nova audiência e os convênios.