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A saída de Luís Torres era esperada e estava sinalizada pelo próprio, exaurido pelos seis longos anos na Secretaria de Comunicação e, mesmo assim, causou impacto devido a dúvida de quem viria depois dele.
Ao nomear Nonato Bandeira o governador João Azevedo mantém o padrão equilíbrio que tá virando marca de sua gestão.
A prerrogativa de escolher os auxiliares é do governador que, parcimonioso, ouve todo mundo e define o que lhe convém e cabe na estratégia.
Nonato Bandeira já é o pensador e estrategista da gestão e andava escondidinho no Palácio, apesar de suas digitais constarem nas principais articulações.
Agora, sob os holofotes que a SECOM proporciona, já que é um palco iluminado permanentemente, Nonato Bandeira ganhará visibilidade e todos poderão entender que o governador escolheu o cara certo para o lugar certo e, com certeza, no momento certo.
Nonato tem inteligência aguda, visão de frente, sempre com faróis altos e pisca alerta acionados.
Se Luís Torres deu show e de uma vez por todas fez todo mundo entender que a SECOM só pode ser comandada por jornalista, Nonato acrescenta ainda mais capacidade de articulação do governo João junto a quem forma opinião.
Dércio Alcântara