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Lembram daquele email que o desembargador Joás de Brito Filho enviou para o governador Ricardo Coutinho, onde claramente reforçava um pedido feito pessoalmente semanas antes em favor da esposa e cunhado?

Lembram daquela anotação feita pelo governador de próprio punho no contracheque do filho da secretária do conselheiro do Tribunal de Contas Nominando Diniz, afirmando que era pedido do conselheiro?

Em um país que tem memória curta é bem provável que você nem lembre mais.

Mas, gostaria de lembrar que não foram em vão e estas denúncias estão sendo apuradas e em breve surpresas virão à tona.

Não pode um desembargador usar a força do cargo para tirar proveitos pessoais; não pode um conselheiro do TCE brincar de padrinho e pedir gentilezas a quem terá que fiscalizar com rigor.

O risco que um jornalista corre quando denuncia poderosos tem que valer a pena e só valerá se as denúncias forem apuradas, os infratores punidos.

Nos dois casos expostos acima, digo que a fila ta andando e em muito breve noticiaremos aqui providências superiores e necessárias para ninguém ficar pensando por aí que está acima da Lei.

Gente graúda e na esfera federal estranhou apenas como se deu o vazamento das provas e perguntou: “Vazaram de propósito?”. Digo: queriam e ainda querem duas cadeiras, uma no TJ e outra no TCE. Quem? O famigerado Coletivo RC.

Realmente, o fato de terem anexado em um processo formal o email reservado de um desembargador e os pedidos de um conselheiro do TCE, é coisa de quem queria expor os personagens envolvidos.

Sinceramente, não acredito que os vacilões caiam, mas devem ter aprendido uma lição: hig tech ou a moda antiga, bucho furado é bucho furado.

Olhos voltados para o aeroporto Castro Pinto.