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Um governo que escala Célio Alves para a função de articulador político ou perdeu o rumo ou quer ficar desarticulado.

Contra o radialista elevado à condição intermediário político deste final de governo eu não tenho nada, apenas observado à ululante inapetência.

Sobre a patetada de hoje na sede da Associação Paraibana de Imprensa, primeiro gostaria de pedir ao presidente em exercício da entidade, João Pinto, que emita nota de solidariedade ao radialista Nilvan Ferreira, atacado de forma acintosa por Célio apenas por apresentar os questionamentos de quem não é assessor de imprensa e na condição de repórter quer esmiuçar a notícia para os ouvintes.

Ou o governo sabe alguma coisa que ainda não sabemos sobre complicações na chance de reeleição do governador e, no desespero, partiu para o tudo ou nada, judicializando o pleito, ou ao acionar a Polícia Federal e a imprensa o governo quis levantar uma cortina de fumaça para fatos que estão para vir a público sobre compra de votos praticada por quem tem a máquina para seduzir. O tal do quem disso cuida, disso usa.

Ao entrar na API após ouvir Nilvan ser agredido truculentamente por Célio no exercício da liberdade de imprensa, tive a impressão de que a eleição já tinha acabado e o governo estava exercendo o seu direito de espernear.

A Polícia Federal tem mais o que fazer e não pode virar instrumento da propaganda eleitoral do PSB.

Um membro do governo fingir que é o chefe de gabinete do senador Cássio, um funcionário de carreira do Senado, para, como muito bem definiu Rubens Nóbrega, aplicar uma pegadinha num prefeito, é a carapuça de quem abandonou a disputa no voto e quer bagunçar o coreto.