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A mistura de água e óleo, PMDB e PSDB, foi para o Brejo e lá, literalmente, a vaca morreu. O destempero do irreconhecível ex-governador Roberto Paulino quando confrontado com a realidade hipotética de ter que passear em um barquinho com um remo só com o desafeto Zenóbio pelo eterno e incorrigível alagamento da Lima e Moura, deu bem o tom de uma aliança que Manoel Júnior e Cássio querem, mas é natimorta.

Não vejo em cenário algum a chance de prosperar e se eu fosse Cássio cuidava de acelerar a aliança com Cartaxo em João Pessoa, pois tem mais futuro, acesso imediato ao poder no compartilhamento da gestão da PMJP e a chance real de fazer o prefeito da Capital, elegendo qualquer filiado do PSDB como vice.

Claro que o talhado e sempre polido maior expoente do PMDB na atualidade, Veneziano Vital, líder das pesquisas em Campina, candidato natural ao governo, em 2018, recebeu de outro modo mais refinado a especulação de ele ter que andar de mãos dadas com o filho de Ronaldo no Zepa.

Veneziano, diferente dos Paulinos, não foi ao café da manhã promovido pelo diretório da Capital com a presença de Maranhão.

Como também não foram o futuro presidente da Assemleia, Gervásio, o secretário de Articulação Trócolli e a deputada Olenka. Uma gente mais inteligente e que bota fé num cenário onde o PMDB indicará o vice do PSB na Capital e receberá o apoio e um vice do PSB em Campina.

Sobre água e óleo devo dizer que, com inteligência, Campina, assim como Guarabira, rejeita a mistura esdrúxula e reage com indignação.