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Um documento da empresa responsável pela distribuição de gás para as unidades de saúde da Paraíba assegura o abastecimento de oxigênio em todo o Estado. O relatório foi repassado após solicitação da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) sobre o quadro da produção de oxigênio na Paraíba. A hipótese de desabastecimento, como aconteceu no Amazonas, está descartada.

De acordo com as informações da empresa, atualmente 65% da capacidade instalada de produção de oxigênio está ocupada. Esse percentual equivale a soma de oxigênio medicinal e industrial. No entanto, dos 65%, 73% é destinada às unidades de saúde e 27% à indústria. Já sobre a capacidade de nitrogênio, informou que que está ocupada em 40%, referente a soma soma de nitrogênio medicinal e industrial.  

O ar medicinal é composto por 79% de nitrogênio e 21% de oxigênio. Os números fazem parte das três usinas criogênicas da empresa White Martins. A empresa frisou ainda que a produção é nacional e não dedicada a cada estado. 

A instituição informou ainda que a “Paraíba não enfrenta os problemas logísticos do Amazonas sendo este último atendido apenas fluvial e aéreo”. No entanto, pede que os gestores públicos mantenham “o monitoramento constante da demanda, sinalizando formalmente e de imediato qualquer incremento, real ou potencial de volume de gás”.