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Não passa de provocação barata o convite que o governador Ricardo Coutinho fez ao ex-governador Maranhão para que compareça nesta terça a inauguração do Hospital de Trauma de Campina Grande.

É como se ele ao decidir registrar um filho ilegítimo convidasse os pais legítimos para o batizado.

Esta inauguração já houve e o que Ricardo vai fazer é botar para funcionar aquele equipamento iniciado na gestão de Cássio e concluído na gestão de Maranhão.

Se a política paraibana não fosse tão tacanha, desde a sua posse Ricardo teria colocado como prioridade o funcionamento do Hospital, uma necessidade urgente da região polarizada por Campina Grande.

Se esse evento marca a arrancada de uma nova fase na gestão RC, como dizem os teóricos de chapa branca, confesso que a minha preocupação com os rumos da Paraíba aumentou.

Um gestor levar seis meses para anunciar o funcionamento do que já foi inaugurado só pode ser uma das duas coisas: incompetência ou má fé.

Mesmo assim, se eu fosse Maranhão comparecia e fazia discurso cobrando celeridade para o pleno funcionamento das outras obras que deixou e que RC quer assumir a paternidade.