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Corte de privilégios, cortar na própria carne. Esse foi o tom dado pelo deputado federal Julian Lemos (PSL) sobre a Reforma da Previdência. Apesar de ser do mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, Julian destaca suas próprias opiniões e convicções.

ENTENDA

Essa semana o deputado federal Julian Lemos falou para uma platéia de mais de 70 universitários de todo o país sobre a importância da reforma da previdência para a vida econômica do Brasil. O parlamentar que faz parte da base do Governo, entretanto ressaltou o que já vem manifestando nos últimos dias, de que é preciso fazer alguns ajustes para que o cidadão mais pobre não saia prejudicado e reiterou seu posicionamento de que é necessário que o corte comece na “carne”, ou seja, a classe política deve ser a primeira a receber os cortes do que ele chamou de “privilégios”.

Julian ainda defendeu que se fosse possível deveria ser revisto o “direito adquirido” de alguns parlamentares no tocante as altas aposentadorias de políticos. Segundo a legislação vigente, direitos adquiridos não podem retroagir, o que beneficia diretamente mais de 499 ex deputados federais, o que garante um ônus de em média R$ 7,8 milhões por mês ao cidadão brasileiro.

Segundo Lemos, atualmente a oposição do Governo Bolsonaro é tão inconseqüente que faz oposição apenas pela oposição, sem considerar que a reforma é fundamental para a geração de empregos. “Se o Governo Bolsonaro achar a vacina para o câncer, muitas vezes eles ficam a favor do câncer!” disse a platéia. Outro ponto que causa estranheza ao parlamentar paraibano é ao fato de que a reforma acaba com privilégios como por exemplo a aposentadoria especial dos políticos. Para Lemos, este é um dos motivos de a oposição ser contra a reforma. “Para partidos que dizem lutar pelo povo, deveriam ser os primeiros a abrir mão da aposentadoria de mais de R$ 33 Mil, mas não foi isso que ocorreu” acrescentou o Deputado.

ASSISTA

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*JULIAN LEMOS DEFENDE QUE REFORMA DA PREVIDÊNCIA COMECE NOS CORTES DOS PRIVILEGIOS DE CLASSE POLÍTICA* Nesta quarta feira (27), o Deputado Julian Lemos falou para uma platéia de mais de 70 universitários de todo o país sobre a importância da reforma da previdência para a vida econômica do Brasil. O parlamentar que faz parte da base do Governo, entretanto ressaltou o que já vem manifestando nos últimos dias, de que é preciso fazer alguns ajustes para que o cidadão mais pobre não saia prejudicado e reiterou seu posicionamento de que é necessário que o corte comece na "carne", ou seja, a classe política deve ser a primeira a receber os cortes do que ele chamou de "privilégios". Julian ainda defendeu que se fosse possível deveria ser revisto o "direito adquirido" de alguns parlamentares no tocante as altas aposentadorias de políticos. Segundo a legislação vigente, direitos adquiridos não podem retroagir, o que beneficia diretamente mais de 499 ex deputados federais, o que garante um ônus de em média R$ 7,8 milhões por mês ao cidadão brasileiro. Segundo Lemos, atualmente a oposição do Governo Bolsonaro é tão inconseqüente que faz oposição apenas pela oposição, sem considerar que a reforma é fundamental para a geração de empregos. "Se o Governo Bolsonaro achar a vacina para o câncer, muitas vezes eles ficam a favor do câncer!" disse a platéia. Outro ponto que causa estranheza ao parlamentar paraibano é ao fato de que a reforma acaba com privilégios como por exemplo a aposentadoria especial dos políticos. Para Lemos, este é um dos motivos de a oposição ser contra a reforma. "Para partidos que dizem lutar pelo povo, deveriam ser os primeiros a abrir mão da aposentadoria de mais de R$ 33 Mil, mas não foi isso que ocorreu" acrescentou o Deputado.

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Fonte: Blog do Ninja