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Na próxima segunda-feira, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) realiza Mesas de Diálogo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba, enquanto na terça-feira será a vez dos representantes dos bancos que operam em João Pessoa. O objetivo é discutir as medidas que deverão ser tomadas para que os consumidores pessoenses não sofram prejuízos em face do movimento grevista da categoria, que se inicia na terça-feira e deve atingir as agências em todo Estado e por tempo indeterminado. As reuniões ocorrerão na sede do Procon-JP, às 14h.

De acordo com o secretário em exercício do Procon-JP, Ricardo Holanda, nas reuniões com as superintendências dos bancos e o Sindicato dos Bancários será solicitada a especificação das medidas para resguardar o cidadão, bem como as orientações que serão disponibilizadas aos consumidores, a exemplo de políticas de abastecimento dos caixas eletrônicos e como se poderá obter códigos de barras e outros meios para possibilitar o pagamento de contas com vencimento no período da greve.

“Estamos nos antecipando e chamando essas Mesas de Diálogo para tentar evitar problemas maiores para o cidadão decorrentes da paralisação dos bancários. É nossa obrigação enquanto instituição de defesa do consumidor acolher as reclamações, mas, também, utilizar medidas que possam evitar que maiores danos ocorram. É importante dizer que nós respeitamos o movimento dos funcionários, mas greve nos bancos é sempre um grande transtorno para a população”, informou Ricardo Holanda.

De acordo com o secretário em exercício, o Procon-JP irá intensificar a fiscalização nas agências bancárias para garantir uma boa assistência aos consumidores durante o movimento.

“Nossa interferência se refere apenas aos atendimentos à população, e não entra no mérito ao direito dos trabalhadores dos bancos de fazerem suas reivindicações através de uma greve. Como representantes da Secretaria de Defesa do Consumidor, nos sentimos à vontade para cobrar medidas emergenciais, de ambos os lados, no sentido de orientar a comunidade de como melhor agir diante das dificuldades de acesso aos serviços bancários durante esse período”.

JP