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O gabinete do ministro Carlos Ayres Britto, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu petição do Departamento de Polícia Federal pedindo prorrogação do prazo para cumprir as diligências requeridas pela Procuradoria Geral da República no inquérito contra o senador Efraim Morais (DEM). Com a prorrogação, o caso poderá não ser mais julgado pelo STF, já que a partir de 1º de fevereiro Efraim deixa o Senado e perde o foro privilegiado. Efraim é investigado por desvio de recursos públicos e fraudes em licitações, cuja pena é de 2 a 12 anos de prisão. Entre as contratadas estão as empresas WScom Nordeste Mídia, Paraíba Internet Graphics, Rádio e TV Paraibana e RPN Assessoria. Esta última é ligada a um primo do senador. Cada uma recebia, pelo menos, R$ 48 mil por ano dos cofres do Senado em troca de divulgar um pequeno banner do Senado.