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O Estadão não deixou por menos e publicou em sua página na internet a verdadeira farra que os presidiários do Roger estão protagonizando. Durante varredura na manhã de ontem (5), policiais desbarataram uma rede de internet com direito a tablets  e celulares, utilizados pelos presos para a articulação de ações criminosas.

Confira o que diz a matéria:

Após uma varredura no presídio do Róger, nesta terça-feira, 5, em João Pessoa, a polícia encontrou tablets, celulares e uma rede de internet sem fio dentro de um dos pavilhões da unidade. A informação é do secretário de Administração Penitenciária da Paraíba, Walber Virgolino.

Virgolino informou que agentes e policiais encontraram um aparelho roteador que distribuía internet para os presidiários se comunicarem e articularem ações criminosas. “O roteador foi encontrado dentro de um pavilhão neutro, que não é dominado por nenhuma facção. Vamos investigar como foi instalado e abrangência da rede dentro do presídio”, disse o secretário.

A operação dentro do presídio aconteceu após um tumulto na madrugada de segunda-feira, 3. Um detento, Dênis Sousa dos Santos, 24, foi encontrado morto supostamente por asfixia e Manoel Paulino da Costa, 50, ficou ferido. Walber Virgolino informou que as inspeções nas unidades prisionais no Estado serão mensais.

Em 35 dias, o presídio registrou quatro tumultos que terminaram com 20 feridos e quatro mortos. Na operação realizada no último dia 29 de janeiro no presídio foram apreendidos 78 celulares, 71 facas, 145 espetos artesanais, 100 carregadores de celular, 58 DVDs, 48 chips para celular, um rádio portátil, um vídeo game e 40 peças de entorpecentes.

O secretário disse que a entrada de objetos proibidos nos presídios vai ser moralizada. “É preciso incutir na mente de agentes penitenciários e apenados que o crime não compensa. Nós estamos esperando esse tipo de motim, rebeliões, diante do “arroxo”, declarou.