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Quando um sorridente Bruno Cunha Lima, prefeito de Campina Grande, pousou sem máscaras ao lado de Jair Bolsonaro, se curvando ao negacionismo do presidente – mesmo que isso significasse dar mau exemplo aos campinenses – os sinais de alarme foram disparados:
Não viria boa coisa dessa gestão!
E não veio mesmo:
Ao longo dos últimos três meses e meio, Bruno brigou para ignorar os decretos do governo do Estado que protegiam a saúde dos paraibanos e campinenses;
Brigou também para manter escolas, comércio e igrejas abertos, colocando em risco as vidas de professores, comerciários e evangélicos.
Foi alvo do Ministério Público por denúncias de que furou a fila da vacinação para beneficiar amigos e aliados.
E por negar transparência na aplicação dos recursos destinados ao combate da pandemia.
Agora, os profissionais da saúde mostram que o buraco é ainda mais pra baixo na gestão Bruno Cunha Lima.
Programando uma serie de manifestações e prometendo inundar as redes sociais com flagrantes do descaso da administração municipal, os profissionais de saúde acusam Bruno de deixar faltar até os equipamentos de proteção individuais de médicos e enfermeiros, colocando em risco a vida dos profissionais que têm heroicamente se dedicado a guerra contra o vírus.
Um descaso que provocou contaminação e mortes entre os profissionais de saúde de Campina Grande.
Eles também tiveram gratificações cortadas, aumentando o prejuízo acumulado em dois anos sem reajustes, e desabasteceu os postos de saúde.
Paralelo a ação dos profissionais de saúde, a própria população tem tido a iniciativa de denunciar o abandono dos postos de saúde por parte da gestão municipal, dando visibilidade nas redes sociais a equipamentos sucateados.
Bruno se insere, com seu negacionismo e descaso, no nada seleto grupo de gestores bolsonaristas.
E já está provado: onde eles atuam, o vírus vence.
E a vida perde.

Veja: